Análise de mineralograma – Detecção de metais tóxicos

O mineralograma é um exame feito em laboratórios que visa determinar a quantidade de elementos tóxicos no organismo. Diferente da amostra de sangue e urina, o cabelo é um monitor biológico capaz de registrar uma intoxicação ao longo de um período de meses ou até anos. É o melhor exame para detectar intoxicação crônica por minerais tóxicos.

A falta de minerais essenciais ou o excesso de algum desses minerais tóxicos estão comumente associados com fadiga, stress, artrite, diabetes, depressão, osteoporose, diabetes, agressividade, irritabilidade, dores musculares, disfunções relacionadas ao colesterol, processos irregulares de envelhecimento (radicais livres), complicações do aparelho digestivo (como a má absorção dos alimentos), hipertensão e uma série de problemas do organismo.

Coleta de cabelo, sangue ou urina?

O mineralograma é realizado no Brasil principalmente a partir dos fios de cabelo. No entanto, internacionalmente, a análise do sangue e da urina também é muito utilizada. Há diferenças entre esses três tipos de exame:
– A observação do fio de cabelo mostra a quantidade de minerais presentes por um período maior.
– O sangue permite o diagnóstico do estado do paciente no presente.
– E o diagnóstico por meio da urina serve para verificar se as substâncias tóxicas em excesso estão sendo liberadas do organismo durante um tratamento.

Quem deve fazer esse exame?

Os médicos que utilizam a terapia ortomolecular são os que mais indicam esse exame. Mas ele é utilizado também no acompanhamento de pacientes com problemas cardíacos e no controle dos níveis de metais tóxicos em trabalhadores da indústria química ou de metalúrgicos.

Identificação e toxicidade dos metais

O exame de mineralograma é capaz de identificar mais de 30 minerais, sendo os principais:
• Fósforo;
• Cálcio;
• Sódio;
• Potássio;
• Ferro;
• Magnésio;
• Zinco;
• Cobre;
• Selênio;
• Manganês;
• Enxofre;
• Chumbo;
• Berílio;
• Mercúrio;
• Bário;
• Alumínio.

Evidencia-se que a presença de chumbo, berílio, mercúrio, bário ou alumínio na amostra coletada é indicativo de intoxicação, pois são minerais que não são normalmente encontrados no organismo e que não possuem benefícios para a saúde. Dessa forma, quando é identificada a presença de algum desses minerais, o médico realiza uma investigação clínica, solicitando outros exames para que seja confirmado o diagnóstico e indicado o tratamento mais adequado.

Quer saber um pouco mais sobre esses metais?

O chumbo é um dos metais tóxicos mais encontrados e os sinais clínicos mais evidentes de intoxicação por chumbo, acontecem em áreas industriais, tais como: irritabilidade, agressividade, sangramento nas gengivas, impotência sexual, síndrome do pânico, fadiga, medos, diminuição da memória em adultos e dificuldade de aprendizagem em crianças, além de outros sintomas. Além disso, a intoxicação pelo chumbo pode ser provocada por tinturas para cabelos, como dos que contem acetato de chumbo em suas composições, e está muito presente entre operários que trabalham com soldas, principalmente linotipistas de gráficas e jornais.

O mercúrio é encontrado nas amálgamas dentárias e pode sofrer processo de bioacumulação em peixes ocasionando consequências aos indivíduos que os consomem. Esse metal pode provocar intoxicação levando a depressão, fadiga e alterações neurológicas que podem até levar a encefalite.

Já o cobre pode causar dores articulares, fadiga, depressão e dificuldade de aprendizagem em crianças entre outros sintomas.

O Alumínio, por sua vez, pode causar danos, principalmente, aos ossos e o cérebro. O alumínio ainda pode provocar depressão e impotência sexual, entre vários sintomas descritos pela ciência. Ele está presente nos laminados (papel alumínio, marmitex, panelas), desodorantes anti-transpirantes e outros cosméticos, pastas de dentes, entre outros.

Como tratar?

Com dietas específicas e suplementos vitamínicos, que incluem os chamados “varredores de radicais livres” (anti-oxidantes), além de fitoterápicos, o Médico pode corrigir o metabolismo e melhorar as condições gerais do organismo, retirar os metais tóxicos, caso existam, além de apontar tendências e prevenir doenças.

Orientações para a coleta

O procedimento para coleta pode variar com cada laboratório. No entanto, é importante instruir o paciente a:
– Lavar os cabelos com shampoo neutro durante pelo menos cinco dias antes da coleta, e não usar condicionadores.
– Não realizar banhos de piscina na semana que precede a coleta.

-Não utilizar desodorante com spray em dois dias que antecedem o exame.

– Relatar quais medicamentos e ou suplementos estão sendo utilizados no momento de preencher a ficha no laboratório.

ATENÇÃO: É importante ressaltar que o mineralograma não é capaz de diagnosticar doenças, mas de acordo com o resultado do exame é possível verificar a quantidade de minerais presentes no organismo e, assim, o médico pode elaborar um plano de tratamento, por exemplo, para que o indivíduo se sinta melhor e tenha mais qualidade de vida.

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